A guerra contra a vida
Era uma velha cruzada do Grande Oriente de França; e em 8 de Novembro de 2023, de visita à sede da mais antiga obediência maçónica francesa, Macron prometera aos “irmãos” transformar em “lei de liberdade e de respeito” o “direito a morrer com dignidade”.
Três anos depois, no passado dia 15 de Julho, a “ajuda a morrer” era aprovada no Parlamento francês por 291 votos contra 241 e 29 abstenções.
O assunto era polémico e Macron, um velho partidário do aborto e da eutanásia, só quisera avançar com a agenda anti-vida no segundo mandato, em 2022.
O momento foi de júbilo quando, em Março de 2024, conseguiu consagrar na Constituição o direito ao aborto como “liberdade garantida”: “Esta noite, a Assembleia Nacional e o Governo não faltaram ao seu encontro com a História” (…com a História da extinta Jugoslávia, presumimos, o único país a incluir o aborto na Constituição, nos idos........
