As instituições a queimar em lume brando!
A conferência de imprensa que o ministro da Administração Interna deu na passada quinta-feira, não trouxe grandes esclarecimentos à nebulosa que o envolve, a ele e à Polícia Judiciária (PJ).
No capítulo privado, continuamos com a certeza que o empreiteiro a quem foram adjudicadas obras na PJ foi o mesmo que se encarregou de fazer obras numa propriedade privada de Luís Neves. Vejamos, no futuro, se surgem comprovativos dos pagamentos feitos ao referido empreiteiro. No mínimo, pode haver aqui conflito de interesses.
Por outro lado, essa personagem central neste processo, que é o construtor João Carvalho, da Construbarcelos, foi ainda o receptor de um atrelado recheado de produtos químicos capacitados para a produção de drogas sintéticas.
Bom, segundo as explicações de Luís Neves a PJ já não tem espaço para depositar produtos e objectos apreendidos à ordem do tribunal, que têm de ficar em segurança e só podem ser libertados por ordem desse mesmo tribunal. Assim sendo, neste caso, é a PJ e os seus........
