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Uma cultura integrada de preparação

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03.02.2026

O país viveu e ainda vive dias de perturbação profunda, com perdas humanas, prejuízos materiais graves e danos significativos em infraestruturas críticas. A tempestade Kristin trouxe-nos também a constatação de que o imprevisível passou a fazer parte do nosso presente. E esse novo contexto exige-nos mais do que respostas eficazes, exige capacidade de antecipação, planeamento e preparação estruturada. Preparar populações, fortalecer a proteção civil local, comunicar o risco de forma clara e tornar a adaptação climática um critério transversal na decisão pública.

Esta necessidade não é exclusivamente portuguesa. A União Europeia reconhece que os riscos climáticos estão a evoluir mais rapidamente do que a nossa capacidade de resposta. O mais recente Preparedness Report, coordenado por Sauli Niinistö, sublinha a urgência de reforçar a prontidão europeia e adoptar uma abordagem transversal. Mas é precisamente aqui........

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