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“E nas empresas não há? ”

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27.02.2026

Tendo o país sido assolado por um conjunto de catástrofes nas últimas semanas, não me quero alargar sobre um tema que afectou centenas de milhares de pessoas e que já foi bastante analisado/dissecado por analistas especializados, analistas generalistas, políticos, associações empresariais, etc. Foi um dos momentos mais marcantes da história recente do nosso país e é tempo de apelarmos ao sentido de união nacional (não, não me refiro à bafienta União Nacional dos tempos de Salazar e Caetano que alguns tanto querem agora reabilitar) para mitigar o sofrimento dos nossos concidadãos, nomeadamente os da zona centro-litoral do nosso país. No meio destas catástrofes apareceram verdadeiros líderes locais/regionais, afirmaram-se governantes de perfil elevado em contraponto com outros que trabalham para vídeos abonecados nas redes sociais, mas mais do que tudo, afirmou-se a resiliência de um país que não desiste de continuar a crescer com pessoas que trabalham denodadamente, com empresários visionários e de ética insuperável e com autarcas impolutos e inatacáveis que apenas pensam no bem estar das suas populações. Somos um país magnifico e não um país de caos e crime como um canal televisivo (agora com um anexo) e uma força política nos tentam vender diariamente. A óbvia presença jornalística deste assunto só foi interrompida com um mediático (a nível mundial) caso de potencial acção racista ocorrida no nosso país. Sobre esse caso especifico não irei fazer comentários até porque há, como se viu, uma hiper-sensibilidade muito ligada à cor da camisola : cerca de 1/3 do país entrou na defesa cega do potencial agressor........

© Correio do Minho