Servidor pode pedir voto, mas só depois de bater o ponto
Presta atenção - O recado foi dado dentro de casa: servidor pode ter candidato, pedir voto e fazer campanha, mas só depois de bater o ponto. O promotor Moisés Casarotto, coordenador do Núcleo Eleitoral do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), esteve nesta sexta-feira (10) na Assembleia Legislativa e explicou que usar o expediente para fazer propaganda eleitoral pode render punição não apenas ao funcionário, mas também ao candidato beneficiado.
Vigilância não falta - Casarotto foi convidado pela Alems para a conversa com os funcionários que, na visão dele, têm colaborado, mesmo que seja para prejudicar outro. Ele lembra que as denúncias costumam partir principalmente dos próprios adversários. Como resumiu o promotor, o principal fiscal de um candidato é o outro candidato. Em ano eleitoral, vigilância é o que não falta.
Resposta - O deputado federal Beto Pereira rebateu a prefeita Adriane Lopes após nota publicada ontem no Jogo Aberto, em que ela afirmou que ele foi o único parlamentar a não destinar emendas diretamente à Prefeitura de Campo Grande. Beto confirmou que não enviou recursos ao Município, mas disse que........
