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A ministra Cármen Lúcia ou a comovente mostra de falsa virtude

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18.09.2026

Na sessão do Supremo Tribunal Federal, em 15 de setembro, no julgamento para discutir o relatório que aponta a relação entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, assim falou no seu voto a ministra Cármen Lúcia:

“Eu me encontro, como talvez muitos de meus colegas, em estado de profunda consternação e tristeza. Hoje um dos colegas me dizia se eu estava contrariada com alguma coisa, não, eu disse eu estou triste não apenas pelo tema que nos traz aqui que você teria sido o aquele ato decidido, mas porque este Supremo Tribunal Federal guarda da Constituição por determinação nela expressa provocou um mal estar cívico em todas as cidadãs e cidadãos brasileiros nesses últimos dias”, disse a Ministra. Continuou: “ estou pedindo desculpas ao presidente do Supremo, a todos os colegas, mas ao povo brasileiro, porque realmente queria ter sido melhor e poder ter ajudado a acalmar as coisas e não consegui”. 

E votou pelo golpe contra o Brasil, tentado pelo bolsonarista mendonça! Foi de chorar de emoção. 

O ilustre jornalista Luis Nassif publicou sobre ela um texto do qual retiro alguns trechos: 

(Carmen Lúcia teve) “o apoio de José Dirceu para sua indicação ao Supremo, em 2006, além do respaldo de dois padrinhos de grande prestígio: Sepúlveda Pertence e Itamar Franco. Uma vez nomeada, as manifestações de indignação desapareceram. Cármen Lúcia votou pela condenação de José Dirceu por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. 

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