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O moralismo bolsonarista cai na orgia, mas ganha proteção

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30.09.2026

O pai de Flávio Bolsonaro andava pela rua, em Brasília, quando sentiu que havia pintado um clima ao conversar com um grupo de adolescentes venezuelanas, em abril de 2021. Achava que eram prostitutas. Esse episódio sempre foi tratado com recato pelos jornalões, mas não porque as meninas deveriam ser protegidas.

As corporações ofereceram a Bolsonaro a chance de apresentar sua versão de fiscal da moralidade. Ele havia seguido as venezuelanas, como presidente da República, até onde moravam para conferir quem eram, por estarem pintadas e bem vestidas. 

Haviam saído para fazer programa? Foi ali, no encontro na rua, que pintou o clima. O extremista falso moralista estaria preocupado com a prostituição, não de brasileiras, mas de venezuelanas, o que servia para cutucar o chavismo. 

Sabemos agora, por informação de quem o conhece, que o filho dele participava de orgias com mulheres pagas com dinheiro de origem duvidosa. A notícia saiu no site PlatôBR, foi compartilhada pelos sites progressistas e ignorada pelos jornalões, com exceção do site do UOL.

Foi escondida porque, ao contrário do que acontece na Argentina e nos........

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