Bolsonaro ainda está impune, apesar de ter empurrado milhares para a morte
Não é analogia, não é comparação, não é equivalência. É a realidade do Brasil que já foi jogado do penhasco e sobreviveu. É o mesmo país que está agora sem entender como uma moça foi atirada de uma ponte para a morte sem proteção alguma, apesar de estar sob os ‘cuidados’ de três homens.
Bolsonaro jogou todo o Brasil num penhasco, na pandemia, e ainda riu dos que morreram. Metade dos que sobreviveram voltou a pedir, pouco tempo depois, que ele continuasse cuidando das suas vidas, na condição de pessoa mais importante do país.
Bolsonaro empurrou para a morte pelo menos metade das 700 mil vítimas da Covid, conforme cálculos consagrados por especialistas, ao negar vacina, oxigênio e orientação básica à população e ao induzir a população ao negacionismo. E debochou dos que morreram.
Metade dos vivos, que são parentes, amigos, colegas de trabalho, vizinhos e conhecidos dos mortos, achou que era assim mesmo. Essa metade queria que Bolsonaro permanecesse no poder em 2022.
O Brasil estupefato com o caso de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, jogada do alto de uma ponte de 40 metros em São........
