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Um risco à Nação: o Cavalo de Troia Flávio Bolsonaro

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19.08.2026

Flávio Bolsonaro não se apresenta como uma ameaça explícita, mas como um presente enganoso que, uma vez adentrando os muros do Estado, desmonta sua capacidade de proteção, segurança e soberania por dentro, com total interesse manifesto de Trump e das BIG Companies.

Não é mais do mesmo. A eleição de Flávio Bolsonaro não seria apenas a repetição do tresloucado e genocida governo Bolsonaro, o que já significaria um desastre, mas a tentativa de levar o Brasil à condição de um estado anexado a mais ao expansionismo dos EUA. Assim como já demonstrou Trump, em sua pretensão de anexar a Venezuela, o Canadá, e demais estados latino americanos, na estratégia de expandir os EUA sobre as Américas, esta seria a missão do Cavalo de Tróia Flávio Bolsonaro. O resultado mais perverso é empobrecer e marginalizar a maioria dos brasileiros para atender aos ditames das elites norte-americanas.

A campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026 se apresenta como uma “alternativa liberal, conservadora, reformista e corajosa”, com um plano de governo intitulado “Para o Brasil vencer o atraso”. No entanto, a análise de suas propostas, somada ao histórico de submissão da família Bolsonaro aos Estados Unidos, revela um projeto que não se limita a repetir o governo do pai, mas representa um risco concreto de transformar o Brasil em um apêndice geopolítico dos EUA e de perda completa da nossa soberania e existência enquanto Nação.

Atrelamento aos EUA, entreguismo e a perda da Soberania: a verdadeira missão.

A família Bolsonaro, e Flávio em particular, não esconde sua subserviência a Washington. As evidências dessa subordinação e vassalagem são numerosas e preocupantes.

Inúmeros Pedidos de Intervenção: O irmão de Flávio, Eduardo Bolsonaro, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por solicitar abertamente a intervenção dos EUA para ajudar seu pai, Jair Bolsonaro, em seu julgamento por tentativa de golpe. Eduardo, que obteve green card nos EUA e se autodenomina “exilado”, tornou-se um lobista da família em Washington. Este fato, por si só, demonstra uma disposição em subordinar a soberania brasileira a interesses pessoais e estrangeiros.

Subordinação Política: Flávio Bolsonaro escreveu ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, oferecendo colocar sua equipe de transição à disposição de Washington caso vença as eleições. A oferta, descrita como “generosa” por Rubio, foi amplamente condenada no Brasil como uma afronta à soberania nacional, com o partido do presidente Lula entrando com uma representação por “possível subordinação ao governo dos Estados Unidos” .

Apoio ao Tarifaço e as Medidas Lesivas: Apesar de negarem, Flávio e Eduardo Bolsonaro são vistos........

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