Um risco à Nação: o Cavalo de Troia Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro não se apresenta como uma ameaça explícita, mas como um presente enganoso que, uma vez adentrando os muros do Estado, desmonta sua capacidade de proteção, segurança e soberania por dentro, com total interesse manifesto de Trump e das BIG Companies.
Não é mais do mesmo. A eleição de Flávio Bolsonaro não seria apenas a repetição do tresloucado e genocida governo Bolsonaro, o que já significaria um desastre, mas a tentativa de levar o Brasil à condição de um estado anexado a mais ao expansionismo dos EUA. Assim como já demonstrou Trump, em sua pretensão de anexar a Venezuela, o Canadá, e demais estados latino americanos, na estratégia de expandir os EUA sobre as Américas, esta seria a missão do Cavalo de Tróia Flávio Bolsonaro. O resultado mais perverso é empobrecer e marginalizar a maioria dos brasileiros para atender aos ditames das elites norte-americanas.
A campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026 se apresenta como uma “alternativa liberal, conservadora, reformista e corajosa”, com um plano de governo intitulado “Para o Brasil vencer o atraso”. No entanto, a análise de suas propostas, somada ao histórico de submissão da família Bolsonaro aos Estados Unidos, revela um projeto que não se limita a repetir o governo do pai, mas representa um risco concreto de transformar o Brasil em um apêndice geopolítico dos EUA e de perda completa da nossa soberania e existência enquanto Nação.
Atrelamento aos EUA, entreguismo e a perda da Soberania: a verdadeira missão.
A família Bolsonaro, e Flávio em particular, não esconde sua subserviência a Washington. As evidências dessa subordinação e vassalagem são numerosas e preocupantes.
Inúmeros Pedidos de Intervenção: O irmão de Flávio, Eduardo Bolsonaro, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por solicitar abertamente a intervenção dos EUA para ajudar seu pai, Jair Bolsonaro, em seu julgamento por tentativa de golpe. Eduardo, que obteve green card nos EUA e se autodenomina “exilado”, tornou-se um lobista da família em Washington. Este fato, por si só, demonstra uma disposição em subordinar a soberania brasileira a interesses pessoais e estrangeiros.
Subordinação Política: Flávio Bolsonaro escreveu ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, oferecendo colocar sua equipe de transição à disposição de Washington caso vença as eleições. A oferta, descrita como “generosa” por Rubio, foi amplamente condenada no Brasil como uma afronta à soberania nacional, com o partido do presidente Lula entrando com uma representação por “possível subordinação ao governo dos Estados Unidos” .
Apoio ao Tarifaço e as Medidas Lesivas: Apesar de negarem, Flávio e Eduardo Bolsonaro são vistos........
