Fábio Luís não é Lulinha. E muito menos Lula
O advogado constitucionalista Pedro Serrano, ao programa Boa Noite 247, avaliou ontem que o ministro André Mendonça, do STF, “está contra a parede” no caso da recepção pela Corte, em suas mãos, da investigação da PF que envolve Fábio Luís Lula da Silva, a quem os amigos chamam pelo primeiro nome e a mídia nomina por Lulinha.
É compreensível e, nos tempos antigos, se diria que o apelido usado com viés de vulgo vende mais jornal. Lulinha esquenta e bomba. Está nas manchetes de capas impressas e eletrônicas. Derivações de cobertura sensacionalista estão no ar. Soa contraditório que nunca nenhum filho de Bolsonaro tenha sido tratado como Bolsonarinho nos mesmos espaços, mas é do jogo. O nome está ali e a associação diminutiva com o pai, presidente da República, era tudo o que sonhava a mídia que sempre boicotou Lula. O resultado político-eleitoral buscado pela superexposição do caso está em linha com a estratégia de tirar pontos do candidato à reeleição nas........
