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Quem será o último a segurar a alça do caixão da candidatura natimorta de Flávio Corruptus?

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29.07.2026

Na política, há um momento em que a principal notícia deixa de ser quem chega para apoiar uma candidatura e passa a ser quem decide deixá-la. Quando os anúncios de adesão dão lugar às sucessivas deserções, quando antigos aliados se calam, quando influenciadores mudam o discurso e veículos de comunicação antes simpáticos passam a adotar uma postura crítica, o sinal de alerta deixa de ser circunstancial e passa a indicar um problema político mais profundo.

Foi essa reflexão que motivou nosso artigo anterior, “Uma candidatura natimorta para o bem do Brasil”. É apresentada a candidatura de Flávio Bolsonaro, que enfrentava dificuldades estruturais desde sua origem. Os acontecimentos posteriores parecem reforçar esse diagnóstico.

Ao longo dos últimos meses, observa-se um processo de isolamento político que merece atenção. Parte de antigos aliados passou a adotar uma postura mais cautelosa; algumas lideranças da direita deixaram de tratar a candidatura como inevitável; influenciadores que antes reproduziam automaticamente o discurso bolsonarista passaram a fazer ressalvas públicas ou simplesmente reduziram o entusiasmo. Em política, o silêncio também comunica.

O apoio de Jair Bolsonaro a Flávio concentra boa parte do eleitorado mais fiel ao ex-presidente. Isso dificulta o surgimento de outros nomes competitivos no mesmo campo político, mas também impede que a direita amplie seu alcance para além do núcleo mais identificado com o........

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