Flávio é barbárie, desmonte do Brasil e ruína da civilização — Fascista se derrota
O candidato da extrema direita a presidente da República, o ultraneoliberal Flávio Bolsonaro, é um sujeito desprovido de juízo e razão, descompromissado com o desenvolvimento social e econômico do Brasil, como se observou na reunião da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), nos Estados Unidos, em março, quando demonstrou ser um agente público entreguista, de caráter subalterno e subserviente ao governo do ditador em escala mundial Donald Trump.
Com 23 anos de carreira como político profissional, a exercer os mandatos de deputado estadual e de senador da República, Flávio Bolsonaro somente se empenhou para atender aos seus interesses pessoais e familiares. Sua atuação como deputado e senador é lamentável, estupidamente inócua e sem nenhuma produtividade no que concerne a projetos em benefício do desenvolvimento do País e da melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro, em especial os cariocas e fluminenses. Flávio é político do Estado do Rio de Janeiro, onde há anos é acusado de se relacionar com grupos de milicianos armados, conforme o MPRJ e notícias recorrentes na imprensa de mercado.
O primogênito de Jair Bolsonaro, o Flávio 01, contratou para “trabalhar” em seu gabinete de deputado estadual pessoas ligadas à milícia e a milicianos de Rio das Pedras, os quais ele defendeu em diversas declarações, assim como os visitou no cárcere, a exemplo do capitão Adriano, ex-policial do Bope, que depois de um tiroteio foi morto pela PM da Bahia, onde se encontrava o miliciano foragido da Justiça.
Não satisfeito com o tamanho de sua irresponsabilidade, porque sempre olhou a vida com o olhar de playboyzinho e filhinho de papai, cujo propósito é curtir a vida adoidado, tal rapaz foi comumente denunciado por praticar o crime de rachadinha, quando o parlamentar fica com grande parte do dinheiro dos seus funcionários, além do seu salário somado ao controle da verba de gabinete. Para lavar o dinheiro, Flávio abriu um pequena loja de chocolate, cujos lucros foram estratosféricos, fato até hoje mal explicado, porque a Justiça barrou a continuidade desse importante processo contra um agente público com mandato popular.
Contudo, essa tremenda picaretagem é apenas uma amostra do que o filho de um presidiário condenado a 27,3 anos de cadeia é capaz de fazer, sem demonstrar qualquer medo ou mínimo receio de ser pego com a mão na botija, como aconteceu com o megaescândalo do Banco Master, um crime de ampla repercussão e protagonizado pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O criminoso, conforme palavras do próprio Flávio Bolsonaro, vem a ser o “irmãozão”, que estava sendo achacado pelo senador, mesmo sendo um bilionário poderoso, mas que cometia crimes em série e mesmo assim Flávio foi em busca de muito dinheiro para poder “financiar” e “terminar” tal filmeco Dark Horse. Porém, a desconfiança geral e irrestrita é que até hoje tal filme não passa de uma enorme picaretagem, que envolve também seu irmão Eduardo Bolsonaro, porque a PF desconfia que ele se sustenta no Texas (EUA), em grande parte, com o dinheiro proveniente desse filme.
A verdade é que tal dinheirama — R$ 134 milhões — consiste em uma grotesca lavagem de dinheiro, que, volto a ressaltar, financia a estadia prolongada nos Estados Unidos do foragido da Justiça brasileira, Eduardo Bolsonaro, que recentemente foi expulso da Polícia Federal para o bem do serviço público. Eduardo era escrivão com lotação em Angra dos Reis (RJ). Trata-se de um filmeco vagabundo, “feito nas coxas”, e com altos recursos financeiros provenientes de um ex-banqueiro que está preso, porque se apropriou de maneira fraudulenta de valores bilionários.
São recursos financeiros oriundos do dinheiro público, a exemplo de INSS, previdências estaduais de servidores públicos, além do BRB sob a batuta do ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha, um........
