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Trump exporta economia de guerra para o Brasil em ano eleitoral, ampliando a Doutrina Monroe

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29.05.2026

O ensaio geral do encontro do presidente Donald Trump com senador Flávio Bolsonaro(PL-RJ) oculta o essencial que interessa a Washington: ampliar economia de guerra na América do Sul, usando o crime organizado como plataforma terrorista, a fim de justificar intervenção americana, na região, mediante lei imperialista de caráter extraterritorial.

Por meio dela, os Estados Unidos legisla em amplo espectro global em nome dos interesses americanos, que se julgam ameaçados pela ação externa do que julgam ações terroristas sobre as quais a democracia brasileira, segundo a visão do império, lança, apenas, olhares contemplativos condenáveis.

Essa manobra fascista imperialista já é suficiente para motivar o discurso de guerra ao terror, a justificar orçamentos bilionários capazes de financiar produção de armas, nos Estados Unidos, a serem comercializadas na América Latina, vendidas ao país continental, 9ª economia mundial, detentora de riquezas minerais incalculáveis.

Eis o perigo de balcanização do território brasileiro.

A motivação já está artificialmente construída: o PCC e o CV, considerados pela Casa Branca, organizações terroristas, justificam ações americanas armadas contra ambos, no combate ao terror, que exige organização ampla do mercado de armas no continente. 

O crime organizado, cujos braços alcançam o território como um todo, balcaniza ou não o território nacional, mediante ligações internacionais?

Para legalizar, o mais rápido possível, a ampliação do comércio armamentista, colocando a região continental como campo de batalha ao terror, será indispensável que o poder político esteja dominado por grupos políticos de direita, fascistas, como é o caso do bolsonarismo.

Ele passa a atuar como fator de incêndio eleitoral, bafejado a partir dos discursos dos promotores da guerra, como são os casos dos integrantes do governo americano: o presidente Trump, o vice-presidente Vance e o secretário de Estado, Marco Rúbio, padrinhos políticos do candidato........

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