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Força de chegada petista

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29.09.2026

A força histórica do petismo – cabeça de ponte da união social democracia brasileira – é tão grande que a dualidade política nacional ocorre em torno do próprio petismo: de um lado, o petismo, do outro, o antipetismo, de modo que as apostas se realizam entre o crescimento do petismo na reta de chegada x o bolsonarismo impulsionado pelo anti-petismo.

Na prática, a oposição não tem identidade própria, senão se denominar de antipetista.

Desse modo, se parte do anti-petismo – abalada pela heresia anti-Nossa Senhora, avultada pelo fascismo bolsonarista anti-petista – acabar apoiando o petismo, em previsível segundo turno, adeus bolsonarismo.

Flávio, PL, antipetista, candidato de Washington, já prometeu que, se eleito, montará governo de transição com assessores do presidente Donald Trump.

Rendição total da soberania nacional.

Antipetismo se mostra essencialmente entreguista.

Petismo x antipetismo: eis a base do atual materialismo histórico cultural político dialético da realidade brasileira sob o domínio imperialista trumpista, cuja aposta é a guerra, ganhando, no Brasil, feições religiosas.

Petismo, portanto, em sua multiplicidade, representa o dualismo do real concreto em movimento – polo positivo x polo negativo –, que se interage, dialeticamente, sob processo ininterrupto de negação em busca de um eterno vir a ser hegeliano, simultaneamente, idealista-materialista.

NOVO NACIONALISMO: PETISMO TRABALHISMO?

Desde a Revolução de 1930, o Brasil vive a dualidade do trabalhismo-petismo x burguesia nacional.

Nesse período histórico, dois líderes se destacam: Getúlio e Lula, como polo do trabalho – presidentes dos trabalhadores no cenário capitalista brasileiro e latino-americano.

Lula, durante esta campanha rumo ao quarto mandato falou em Getúlio em diversas ocasiões.

Iniciou sua aproximação mais efetiva com o trabalhismo na campanha eleitoral de 2022, depois de sair da prisão onde os neoliberais lhe meteram, para não disputar em 2018 contra Bolsonaro.

O então candidato, que sairia vitorioso, para governar entre 2022 a 2026, enrolou no pescoço o lenço getulista em São Borja, e de lá para cá, ele mesmo........

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