O projeto sionista do grande Israel
Especialistas e analistas definem a guerra de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã como uma “guerra por escolha”. Quer dizer: ela foi motivada apenas para atender a objetivos políticos e geopolíticos dos dois Estados agressores. Ela não é uma guerra necessária, de autodefesa, nem mesmo uma guerra preventiva para conter algum risco de ameaça que o Irã pudesse representar para Israel e os Estados Unidos.
Israel e Estados Unidos decidiram fazer a guerra pela guerra. As guerras por escolha são consideradas criminosas pelo Direito Internacional. A Carta da ONU e o Direito Internacional proíbem o uso da força contra a integridade territorial e a independência política de qualquer Estado. A guerra contra o Irã não foi autorizada pelo Conselho de Segurança da ONU e não pode buscar qualquer legitimidade no princípio da defesa própria. Trump passou por cima até mesmo do Congresso americano, pois a Constituição prevê que as guerras precisam de sua autorização.
Além de cometerem o crime de iniciarem uma guerra ilegal, os governos dos Estados Unidos e de Israel estão cometendo crimes de guerra aos borbotões nos ataques contra instalações civis, infraestrutura e instalações nucleares, assassinando líderes e crianças do Irã. É preciso desenvolver uma mobilização internacional para que Trump, Netanyahu e seus respectivos comandos de guerra sejam julgados pelos crimes que vêm cometendo.
Dominado por radicais religiosos, o governo de Israel vem construindo o Estado como uma máquina de guerra para atacar vários grupos e povos na região. Esse Estado sionista já fez guerras contra o Egito e a Síria, ataca o Líbano com frequência, ocupa terras dos palestinos na Cisjordânia, cometeu genocídio e........
