Benfica: melhor ano novo
Para começar bem o novo ano, nada melhor que uma vitória celebrada em casa própria. O jogo com o Estoril viria a ser interessante e competitivo, disputado contra um vizinho forte e personalizado. O visitante confirmou o porquê da sua posição tranquila, tendo em João Carvalho e Rafik as suas melhores unidades. Num Benfica de calendário cheio, não se esperavam, mesmo assim, grandes mudanças. O regresso de António Silva ao onze acabaria por abortar por queixas musculares do jovem central. Já a saída de Aursnes parecia corresponder à gestão física do médio norueguês, mas percebeu-se no final que seria mais do que isso. A sua entrada só aconteceu, com risco assumido por Mourinho, pelo perigo que a vantagem mínima ainda representava na altura. A única substituição óbvia daria entrada a Manu, para mais uma exibição convincente e segura da sua simplicidade.
A estreia de Sidny Cabral acabaria por ser um dos destaques, rivalizando até com a pontaria de Pavlidis. O jovem internacional cabo-verdiano só não foi uma completa surpresa porque Mourinho já o tinha confirmado de véspera. Desde logo, uma aposta em alguém chegado há tão poucos dias fazia prever algo de bom e diferente, o que se confirmou. Chegou e impressionou o seu treinador. Em pouco tempo de jogo, acabou por ter uma participação muito feliz e prometedora, tendo sido o jovem........
