Senegal no melhor e no pior
É notório o esforço que, ano após ano, a Confederação Africana de Futebol (CAF) protagoniza para melhorar a qualidade das suas organizações, seja a nível estrutural (estádios, vias de comunicação, condições de treino e alojamento), seja no quadro competitivo.
Há poucas semanas, aqui sublinhei a revolução Motsepe, o plano de reconversão que o presidente da entidade gestora do futebol africano quer implementar nos próximos anos, servindo as provas de seleções e os torneios de clubes, a nível continental.
Marrocos é um dos pouquíssimos países que, neste momento, garantem, à partida e sem reservas, condições próximas da excelência para albergar estas provas. Com a África do Sul e o Egito, falamos dos três únicos países africanos que podem suportar as elevadas exigências e o consequente padrão de qualidade pretendido.
Porém, África é um continente muito especial, e é dado praticamente adquirido que, ao país organizador de determinada grande competição internacional, é garantido um estatuto de proteção que pode, até, passar por arbitragens mais suaves ou convenientes, em determinados momentos do torneio em causa.
A CAN-2025, uma Taça de África das Nações com peso e com dimensão global (estima-se que a final de domingo passado tenha sido transmitida para 180 países),........
