No Sporting não se vendem jogadores. Constrói-se o futuro
O futebol vive da emoção. E a emoção faz-nos, muitas vezes, confundir gratidão com medo da mudança.
Se, nas próximas semanas, se confirmarem as saídas de Francisco Trincão, Pedro Gonçalves ou Daniel Bragança, juntando-se às partidas já consumadas de Morten Hjulmand, Hidemasa Morita, Geovany Quenda, os sportinguistas sentirão inevitavelmente um vazio. Seria estranho que assim não fosse. Todos eles ajudaram a construir um dos períodos mais felizes da história recente do Sporting Clube de Portugal. Deram-nos títulos, noites inesquecíveis, liderança, compromisso e um orgulho enorme em vestir a Verde e Branca.
Por isso, antes de qualquer análise financeira ou desportiva, há uma palavra que se impõe: obrigado. Obrigado por tudo o que fizeram pelo clube.
Mas é precisamente porque lhes estamos gratos que devemos olhar para estas saídas sem dramatismos. Os grandes clubes não vivem de jogadores. Vivem de projetos.
E é aqui que reside uma das maiores transformações do Sporting dos últimos anos.
Hoje existe uma administração que não toma decisões para ganhar a próxima manchete nem para alimentar a ansiedade permanente das redes sociais.........
