Mundial 2026: Viva Portugal (1), é preciso acreditar
No arranque para um Mundial, devemos, de imediato, encorpar uma cultura de honestidade, autenticidade, ética, resiliência e altruísmo no sentido de preparar uma tarefa de gigantes, onde os jogadores se possam bater e lutar com a bravura dum guerreiro, na obtenção da conquista dum sonho, dum povo envolto na sua/nossa seleção.
E os sonhos refrescam a emoção, animam o estado de vigília, reforçam as forças dos ansiosos e ajudam a construir a própria história.
Após desgastantes compromissos nos seus clubes de origem, os jogadores naturalmente estarão numa fase crítica de adaptação a uma enorme e desgastante exigência competitiva, muito dos quais esgotados ao nível físico e mental, estando alguns mais felizes pelos objetivos conquistados, outros, porém, mais expectantes pelos rastos de alguma intranquilidade e insegurança, gerada pelo rendimento e resultados não conseguidos.
Por isso, entendo que as seleções que sejam mais capazes de ultrapassar as exigências competitivas de forma emocionalmente mais equilibradas, identificadas com a génese do seu estado de alma e confiança a converter, na felicidade em o realizar, na motivação em se envolver e no orgulho coletivo a desempenhar, claramente estarão mais próximas do êxito.
É preciso acreditar?!... SIM. Como tenho habitualmente afirmado, uma das estratégias para a obtenção da vitória, advém dum estado de crença como força motriz de........
