Nós contamos os dias para as férias. Os cibercriminosos também…
Há uma coisa que quase todos fazemos quando chegam as férias: relaxamos. E ainda bem que assim é. Descansamos da pressão do trabalho, alteramos horários, quebramos rotinas e permitimo-nos viver com menos preocupações.
O problema é que, quando relaxamos, também mudamos a forma como decidimos. E é precisamente aí que nos tornamos mais vulneráveis. Não porque existam mais ataques durante o verão, mas porque somos nós que mudamos. E, quando o comportamento muda, muda também o risco.
Ao longo do ano construímos rotinas que funcionam como uma camada invisível de proteção. Ligamo-nos às redes em que confiamos. Utilizamos os mesmos dispositivos. Recorremos aos mesmos serviços. Estranhamos, e ainda bem que o fazemos, quando algo parece diferente. Sem darmos conta, aprendemos a reconhecer aquilo que faz parte da nossa normalidade.
Nas férias acontece exatamente o contrário. Tudo é novidade. Tudo é temporário. E quase tudo nos parece aceitável apenas porque estamos fora do nosso contexto habitual.
Em poucos dias fazemos coisas que dificilmente fariam parte da nossa rotina. Ligamo-nos ao Wi-Fi do........
