As suas férias podem estar a ajudar um cibercriminoso. O alerta e a explicação de um especialista em cibersegurança
Chega o verão e, com ele, chegam também as fotografias de férias. A ponderação a que obrigava um rolo nas máquinas fotográficas do passado é agora substituída pelo conforto das câmaras integradas no nosso smartphone.
Praias, aeroportos, hotéis, jantares ao pôr do sol, paisagens de sonho. Em poucos segundos, tudo pode ser captado por uma câmara e partilhado com dezenas, centenas ou até milhares de pessoas. E, na verdade, não há nada de errado nisso. As redes sociais fazem parte da nossa forma de comunicar, guardar memórias e partilhar momentos importantes com familiares e amigos.
O problema é que, muitas vezes, acreditamos estar apenas a partilhar recordações quando, na realidade, podemos estar a partilhar muito mais. Uma fotografia tirada no aeroporto pode revelar que acabámos de iniciar uma viagem. Uma publicação junto à piscina de um resort pode indicar que estamos longe de casa. Uma sequência de stories ao longo de vários dias pode mostrar onde estamos, quanto tempo vamos ficar e até quando regressaremos.
Na verdade, o problema não está na fotografia. Está no comportamento que a fotografia revela.
E essa diferença é mais importante........
