Prémio Laranja Amarga para a inexistência da ministra da Igualdade
Os tempos estão perigosos e os portugueses começam a ficar muito preocupados com o impacto nas suas vidas da guerra lançada por Israel e os Estados Unidos contra o Irão. De uma confrontação distante seguida pelas televisões, exceto na ilha Terceira, passámos já para as consequências gravosas que nos chegam em vagas semanais, com os aumentos dos combustíveis, com um enorme potencial de contaminação a toda a economia.
A duração do conflito é imprevisível, pois tal com Putin fracassou na investida inicial na Ucrânia, também neste caso a superioridade militar não garante uma vitória rápida e o afastamento da liderança do País atacado. Se tudo separa a defesa da soberania e da liberdade dos ucranianos da teocracia medieval iraniana, os agressores têm em comum o desprezo pelo direito internacional e a firme convicção no poderio do argumento da força.
Estão igualmente os portugueses preocupados, sobretudo na região de Leiria, de onde é originária a ministra Margarida Balseiro Lopes, com o facto dos apoios às empresas afetadas pelas recentes tempestades não lhes estar a chegar, como ontem foi denunciado pelas associações empresariais da região, ao mesmo tempo que os apoios à reconstrução de casas estão a tardar muito mais do que os três dias prometidos pelo Governo.
Mas perante o desespero de origem nacional e a angústia internacional, as prioridades da agenda do Governo e dos partidos da maioria, em estreita sintonia com a vozearia do........
