Cotoveladas, dobradinha e ironia mostram tensão no STF com caso Master
O reencontro de ministros do Supremo Tribunal Federal após o escândalo do Banco Master mostrou que a vida de Edson Fachin na presidência da corte não será fácil. Ao tornar prioridade a criação de um código de conduta, Fachin viu os ânimos se acirrarem no colegiado. Logo na primeira sessão após o recesso, durante o qual o caso estourou, a proposta foi recebida com pé na porta e cotoveladas.
Reservadamente, um ministro afirmou que Fachin não fez uma articulação prévia com os pares para viabilizar o avanço de um código de conduta. O argumento da ala crítica à proposta é que já existem normas que disciplinam a conduta dos ministros, a começar pela Constituição Federal, além da Loman (Lei Orgânica da Magistratura), o Código de Processo Civil e o Código de ética da Magistratura Nacional.
A escolha da ministra Cármen Lúcia para relatar uma proposta de código tampouco foi bem recebida, por uma suposta falta de empenho dela em costurar internamente tais iniciativas.
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O grupo diz que Fachin se beneficia da pressão da opinião pública com o escândalo do Banco Master, mas que não será a primeira vez que os ministros trabalham sob pressão.
O relator da investigação sobre fraudes bilionárias do Master no STF, Dias Toffoli, fez uma dobradinha com Alexandre de Moraes cheia de recados e críticas na primeira sessão do ano.
Fachin botou no primeiro item da........
