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Com expansão, Rio Open promete mais conforto e menos drama com ingressos

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26.08.2026

Com expansão, Rio Open promete mais conforto e menos drama com ingressos

A quadra principal terá 3.500 lugares a mais. A segunda maior dobrará a capacidade. A área total do evento passará de 40.000 m² para 67.000 m². É assim, com sua nova localização dentro do Jockey Club Brasileiro, que o Rio Open promete mais conforto aos espectadores e espera menos dor de cabeça nas vendas de ingressos - motivo frequente de reclamação por parte dos fãs de tênis tentam comprá-los.

A expansão, antecipada aqui no Saque e Voleio no texto de ontem, é considerável. O evento sai da área social do clube e vai para o chamado Pião do Prado, área no meio da pista de corridas de cavalos; a entrada dos espectadores passará a ser pela Gávea, em frente à Praça Santos Dumont. A expectativa dos organizadores é de poder receber 50% a mais de fãs.

Para falar sobre tudo isto, conversei por telefone com Lui Carvalho, diretor do torneio, nesta terça-feira. O executivo listou não só tudo que muda no torneio como abordou questões importantes: disse que nada muda na intenção do torneio por mudar para piso duro; que será possível fazer o evento no local novo mesmo em quadras sintéticas e em uma data diferente; que há boas negociações em andamento para trazer grandes nomes estrangeiros; e que o Rio Open espera ter menos reclamações por parte de fãs que têm problemas na compra de ingressos. Leia tudo isso e um pouco mais abaixo:

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O comunicado diz que a intenção do torneio é receber 50% a mais de pessoas. Foram 70 mil no ano passado, então a expectativa é passar de 100 mil agora?

Sim, sim, essa é a nossa expectativa. A gente não consegue ainda, nem conseguiria ter uma bola de cristal e cravar o número, mas meio que seguindo um pouco a tendência dessa demanda alta por ingressos do Rio Open, a gente acredita que tem potencial para passar de 100 mil, dado que é o que você comentou agora: a quadra central cresce de 6.200 para 9.500, a Quadra 1 cresce de 1.000 para 2.500, então quando você faz uma projeção aí com as duas sessões que a gente tem de segunda a quinta, que a gente pretende manter a programação assim como foi em 2006, tem potencial para passar de 100 mil. É um novo evento, é uma nova estrutura, mas com a demanda que a gente vem acompanhando, a gente acredita que tem potencial para dar sold out de novo a maioria das sessões.

Essa estrutura vai continuar sendo provisória, montada e desmontada todos os anos?

A estrutura segue sendo temporária, assim como era ali no outro espaço do Jockey. Nesse quesito, não muda muito o formato de operação. Ele continua bastante similar, bastante parecido. Obviamente, por ser bem maior, dá um pouco mais de trabalho, mas ainda assim é um modelo que a gente já está acostumado. Os fornecedores são praticamente os mesmos também, então é mais uma questão de ajuste de timeline de operação, de montagem e desmontagem, mas no todo, a operação é muito similar à dos anos anteriores.

Pelo que eu vi do mapa, a entrada agora vai ser pelo outro lado. A ideia é ninguém mais entrar na parte social, na sede social do Jockey? E aí vem a minha........

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