Viola é condenado por porte ilegal de munição e silenciador de arma de fogo
Viola é condenado por porte ilegal de munição e silenciador de arma de fogo
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O ex-jogador Viola, do Corinthians e da seleção brasileira, foi condenado pela Justiça paulista a três anos de reclusão, em regime aberto, por porte ilegal de um silenciador de arma de fogo de uso restrito, bem como de munições para uma espingarda calibre .12 (10 cartuchos) e para um revólver calibre .32 (19 cartuchos.)
A pena foi substituída pela prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período e o pagamento de uma multa de um salário mínimo da época dos fatos, corrigido pela inflação. A decisão foi tomada pelo juiz Gustavo Nardio, e Viola ainda pode recorrer.
O caso ocorreu em 2012, quando Viola foi detido em sua casa em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo. O ex-jogador ficou cinco dias na cadeia pública de Carapicuíba (SP).
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De acordo com o Ministério Público, o ex-jogador havia sido notificado por um oficial de Justiça de que sua ex-companheira Andreza Nunes conseguira uma liminar obtendo a guarda provisória do filho, assim como a retirada dos seus pertences da casa.
"Revoltado com a decisão, Viola trancou-se na casa com o filho", afirmou o promotor Estevão Lemos Jorge na denúncia. A polícia foi acionada, e o ex-atleta acabou detido depois que os acessórios foram encontrados no interior de um armário no closet de um dos quartos.
Viola se defendeu no processo dizendo que não descumpriu a lei.
Afirmou que as munições encontradas eram compatíveis com as armas para as quais ele tinha porte. Já o silenciador, de acordo com a defesa, pertencia a um cunhado policial que "praticamente vivia em sua casa" e que morreu na pandemia.
"O réu [Viola] nunca mexeu naquela caixa [onde o silenciador estava guardado], e nunca sequer pegou em suas mãos referido equipamento, já que não lhe pertencia", afirmou a defesa do ex-jogador à Justiça.
Viola ainda disse no processo que, no dia dos fatos, o oficial de Justiça foi muito grosseiro, sem "nenhuma empatia com a situação de um pai de família" e "chegou com muitas viaturas em um claro exagero policial", com a mídia avisada na porta.
Ele afirmou que foi totalmente surpreendido pelos fatos, chegou a falar rapidamente com sua esposa, e que acreditou que ela dispensaria todos e voltaria para o "seio do lar". Disse que "tudo o que queria era manter sua família".
Viola relatou à Justiça que estava calmo, com seu filho no colo e "não resistiu nem vociferou", tendo sido acusado injustamente. Declarou que ação da polícia foi "midiática".
O juiz Gustavo Nardi, ao condenar o ex-atleta, disse que as munições apreendidas não tinham relação com as armas autorizadas de Viola. O fato de o silenciador supostamente pertencer ao cunhado falecido também não anula, segundo o magistrado, a conduta ilegal de manter o equipamento em casa.
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