Justiça rejeita alegação de pobreza de João Appolinário, dono da Polishop
Justiça rejeita alegação de pobreza de João Appolinário, dono da Polishop
A Justiça paulista rejeitou a alegação de pobreza feita pelo empresário João Appolinário, dono da Polishop.
Fundador da empresa em 1995, Appolinário ganhou maior notoriedade a partir de 2016 quando se tornou um dos integrantes do "Shark Tank Brasil", exibido pelo canal Sony Channel. No reality, empreendedores apresentam seus projetos a um grupo de investidores, chamados de "tubarões". Appolinário foi um desses tubarões até 2024 quando deixou o programa.
O empresário fez a alegação de pobreza ao solicitar os benefícios da Justiça gratuita a fim de não pagar as custas e demais despesas processuais de um processo no qual ele é alvo de uma ação de execução de uma dívida calculada em R$ 12,9 milhões. As custas do processo são de cerca de R$ 115 mil.
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A cobrança da dívida é feita pela empresa Conair do Brasil.
Ao justificar o pedido de gratuidade, Appolinário afirmou à Justiça passar por dificuldades financeiras momentâneas e citou o fato de a Polishop estar em processo de recuperação judicial -mecanismo pelo qual a Justiça suspende as ações de cobrança contra uma empresa em crise e estabelece um prazo para que apresente um plano de pagamento aos credores.
"A dificuldade financeira vivenciada pela Polimport [Polishop é a marca comercial] resultou no pedido de recuperação judicial e atinge, por via reflexa, o próprio Appolinário, uma vez que sócio da empresa em soerguimento", afirmaram os advogados do empresário à Justiça.
A desembargadora Jonize Sacchi de Oliveira rejeitou o pedido. Segundo ela, a simples declaração de pobreza "não basta" e o empresário não comprovou "cabalmente a sua propalada fragilidade econômica", destacando que ele é sócio de outras empresas.
Nos últimos meses, em meio à crise da Polishop, Appolinário sofreu diversos reveses na Justiça. Em janeiro, teve o passaporte bloqueado em um processo movido pelo banco Itaú e recebeu ordem de penhora de seus bens pessoais em uma ação proposta pela empresa Versuni.
Em relação à cobrança feita pela Conaire do Brasil, Appolinário disse à Justiça que a empresa está listada como credora no processo de recuperação judicial e que, portanto, não poderia buscar o recebimento por meio de ação autônoma.
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