Hospital veterinário é condenado após operar pata errada de cadelinha idosa
Hospital veterinário é condenado após operar pata errada de cadelinha idosa
A Justiça paulista condenou o hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi a pagar uma indenização de cerca de R$ 18,5 mil à tutora da cadelinha Catarina.
Mancando da pata, sem conseguir apoiá-la no chão, a cadelinha, então com 10 anos, foi diagnosticada com ruptura de ligamento do joelho.
A cirurgia foi realizada no dia 24 de abril de 2021.
Maria RibeiroWagner ter chegado a esse lugar é muito emocionante
Wagner ter chegado a esse lugar é muito emocionante
Josias de SouzaSistema político entrou novamente em convulsão
Sistema político entrou novamente em convulsão
Yara FantoniDemissão de Tite reflete a urgência de resultados
Demissão de Tite reflete a urgência de resultados
PVCSão Paulo tem seu melhor início no Brasileirão
São Paulo tem seu melhor início no Brasileirão
Após o procedimento, já em casa, ao retirar a roupinha cirúrgica do animal, veio a surpresa: a operação havia sido realizada na pata errada, no joelho esquerdo.
"A família toda passou a noite em claro, preocupada e agoniada com Catarina, que sofria por não conseguir nem se levantar para mudar a posição, pois não apoiava nem a pata operada erroneamente nem a outra pata, que ainda permanecia com a lesão de ligamento", afirmou a tutora à Justiça. "Uma cachorrinha idosa submetida a tamanho estrago."
A tutora disse ainda na ação que, ao solicitar o prontuário, recebeu um documento rasurado, com o objetivo de "esconder o erro".
Ao condenar o hospital e o médico responsável pela cirurgia, o juiz Carlos Scala Almeida afirmou que houve falha no serviço, confirmada por um exame pericial. "Ao operar o membro incorreto, impôs-se ao animal uma piora no quadro de dor e maior dificuldade de locomoção", declarou na sentença.
De acordo com a decisão, o hospital e o veterinário terão de ressarcir a tutora em cerca de R$ 8,5 mil pelos gastos, bem como pagar uma indenização de R$ 10 mil por danos morais.
O hospital, que já recorreu da sentença, disse na ação que não houve erro médico e que o animal tinha problemas crônicos em ambas as patas.
"A prática veterinária, assim como a médica, é dinâmica e sujeita a ajustes e reavaliações constantes, em face da evolução clínica do paciente e das particularidades de cada caso", afirmou no processo.
O hospital disse ainda à Justiça que as "supostas rasuras" no prontuário foram meros ajustes de escrita médica, "sem qualquer intenção de adulteração ou fraude".
Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.
Oscar: atriz de 'Uma Batalha' discute com segurança e diz que foi empurrada
Receita Federal divulga hoje regras do Imposto de Renda 2026
Contribuintes terão de 23 de março a 29 de maio para declarar o IR 2026
Grana sem fim? Até onde vai poderio econômico da BYD no Brasil e no mundo
Michael B. Jordan vai a fast food com Oscar de melhor ator em mãos
