Inglês em 7 dias ou nada
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Era 1993. Eu tinha 25 anos, acabava de deixar o Exército e estava prestes a desperdiçar a maior oportunidade da minha vida.
Eu disputava uma vaga de trainee na PepsiCo. O processo seletivo parecia interminável. Falei com o pessoal de recursos humanos, com a recrutadora, com a gerente de RH, com diretores de operações. Foram mais de dez entrevistas. Testes, dinâmicas, sabatinas.
Fui aprovado em tudo.
Juca KfouriJamais houve um cestinha como Mão Santa no Brasil
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CasagrandeOscar foi gigante como pessoa e como esportista
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SakamotoFim do 6x1 virou tsunami eleitoral
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Josias de SouzaEx-chefe do BRB oscila entre neurose e psicose
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Até chegar à sala com a maçaneta dourada.
Era a entrevista final. Quem daria a palavra definitiva era Osvaldo Setuian, o CEO de uma das divisões da companhia. Fui direcionado para uma das salas mais sofisticadas que eu já tinha visto na vida.
Pé-direito alto. Madeira escura. Ornamentos chiques. O ar-condicionado gelado contrastava com o suor frio nas minhas mãos. Tudo ali foi desenhado para deixar claro que eu estava na presença do alto escalão de uma imensa multinacional.
Atrás da mesa, uma figura impecavelmente trajada. Cabelos perfeitamente alinhados, roupas e acessórios que me fizeram lembrar o icônico personagem Gordon Gekko, interpretado por Michael Douglas no filme "Wall Street".
A conversa........
