A conveniência venceu. E o seu negócio, entendeu?
A conveniência venceu. E o seu negócio, entendeu?
Você não conhece a dona Dalmira. Sorte sua. Ela é minha sogra. Até o começo de 2020, ela nunca tinha feito um pedido de delivery por nenhuma plataforma digital. Nenhum. A dona Dalmira era do tipo que preferia ir pessoalmente, escolher com os próprios olhos, pagar no caixa. Delivery era coisa de gente jovem.
Em poucas semanas, a dona Dalmira estava fazendo três pedidos por semana. Aprendeu a usar o aplicativo sozinha. Descobriu que a comida chegava quente, que o pagamento era simples, que ela podia escolher sem sair de casa. Hoje, com a pandemia no retrovisor, ela continua fazendo alguns pedidos por mês. Não porque precisa. Porque quer.
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Milly LacombeNão estamos preparados para o hexa
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Os meus filhos querem pedir delivery de tudo todo dia, restaurante, farmácia, supermercado, inclusive os ingredientes para cozinhar. Mas a tendência está clara: quem experimentou a conveniência não volta atrás.
A dona Dalmira não é um caso isolado. Ela é a síntese de uma mudança de comportamento que aconteceu com milhões de brasileiros ao mesmo tempo. E essa mudança tem um nome: transferência de poder para o consumidor.
A conveniência não pede licença
Durante décadas, as empresas de alimentação operaram com uma lógica simples: você vem........
