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Vai faltar peça? Como nova tendência em carros nacionais afeta consumidor

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16.07.2026

Vai faltar peça? Como nova tendência em carros nacionais afeta consumidor

A modalidade de produção de veículos virou uma das principais discussões da indústria automotiva brasileira. De um lado, a Anfavea, que representa as montadoras instaladas no país, defende a produção nacional e cobra respeito às empresas que mantêm fábricas mais completas e uma cadeia local de fornecedores.

Do outro, montadoras chinesas, como a BYD, têm pedido benefícios ao governo para importar veículos desmontados ou semidesmontados e concluir a montagem no Brasil pelos chamados regimes CKD e SKD. Essas duas formas permitem que a empresa produza localmente com uma operação mais enxuta, sem fabricar grande parte dos componentes no país.

No SKD, sigla em inglês para semi knocked down, o veículo chega em grandes conjuntos parcialmente montados. A operação brasileira fica responsável por uma quantidade menor de etapas, como a união dos principais módulos, acabamento e inspeção final.

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No CKD, de completely knocked down, as peças chegam mais separadas, exigindo uma linha de montagem mais complexa. Ainda assim, motores, câmbios, baterias, componentes eletrônicos e até partes da carroceria podem continuar vindo do exterior.

Já um carro de produção nacional passa por mais etapas industriais no Brasil e conta com maior participação de fornecedores instalados no país. Afinal, essa discussão, que faz cada vez mais parte do dia a dia das montadoras, provoca alguma diferença para o consumidor?

A resposta mais direta é: não necessariamente na hora de dirigir. Um carro produzido com maior conteúdo nacional e outro montado........

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