Invasão chinesa abala montadoras tradicionais; veja quais perderam espaço
Invasão chinesa abala montadoras tradicionais; veja quais perderam espaço
Desde que as novas marcas chinesas começaram a ganhar espaço no Brasil um grupo foi atingido em cheio: o das montadoras tradicionais. Isso porque o crescimento das vendas das entrantes não foi acompanhado por um crescimento relevante do mercado. Na prática, o mesmo bolo passou a ser dividido por mais "convidados", e esses novos chegaram com apetite.
De 2021 para cá, as marcas chinesas já conquistaram 10% do mercado. O problema é que dados da Anfavea mostram que, entre 2024 e 2025, o mercado de automóveis e comerciais leves avançou apenas 2,1%. Quando o recorte é de veículos nacionais, o crescimento foi ainda menor: 1,6%.
Ao mesmo tempo, os importados seguem ganhando espaço. A participação saiu de 13% em 2022 para 15,2% em 2023, chegou a 17,7% em 2024 e atingiu 18,5% em 2025, movimento puxado principalmente pelas marcas chinesas. Nesse cenário, as montadoras associadas à Anfavea, as chamadas tradicionais, registraram queda de 0,5% nos emplacamentos em 2025.
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Algumas perdas chamam atenção. A General Motors caiu 13,7%, passando de 258.639 carros em 2024 para 223.253 em 2025. A Renault recuou 11% (de 112.061 para 99.775), enquanto a Nissan caiu 7% (de 78.192 para 72.732).
Já a Peugeot teve uma das maiores retrações percentuais: 18,9% (de 26.049 para 21.138). A Toyota também caiu 21%, de 153.798........
