O que a tristeza de adolescentes tem a ver com aceleração e tecnologias?
O que a tristeza de adolescentes tem a ver com aceleração e tecnologias?
Duas pesquisas importantes trataram recentemente da relação entre tecnologias digitais, plataformas, redes sociais e a tristeza de crianças, adolescentes e jovens. Esses levantamentos são importantes porque eles lançam luz sobre uma realidade que é perceptível.
Reportagem do VivaBem mostra que o World Happiness Report 2026 analisou adolescentes de 47 países — incluindo o Brasil — para entender a relação entre redes sociais e bem-estar.
É evidente que podemos discutir as noções de felicidade e bem-estar e a captura dessas ideias pelas próprias plataformas para vender soluções fáceis e receitas milagrosas de alegria por aí. E até para afirmar que precisamos estar contentes o tempo todo. A tristeza faz parte da experiência humana. Mas o que está em jogo aqui é a tristeza como epidemia, que prepondera e traz riscos à saúde mental desde muito cedo. Por isso, é importante ponderar e olhar esses dados de forma situada em cada contexto, para lidar com questões que se apresentam diante de nós. E esse olhar precisa ser cuidadoso e não apressado, para contemplar a complexidade e as especificidades de cada contexto, para não corrermos o risco de, apressadamente, tentar resolver a questão e ficarmos reféns dessas saídas fáceis.
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