De todos os sentimentos possíveis, a Copa mexeu com a minha esperança
De todos os sentimentos possíveis, a Copa mexeu com a minha esperança
Hoje é o dia da final da Copa do Mundo de futebol masculino e eu queria contar pra vocês que o mundial mexeu com a minha esperança.
Não estou falando da esperança do hexa (vamos combinar que essa... deixa pra lá). Estou falando da compreensão de esperança que venho aprendendo ao olhar o mundo pela perspectiva da aceleração/desaceleração da vida.
Eu fiquei um bom tempo pensando sobre o que eu escreveria, porque queria muito escrever uma coluna sobre a Copa e precisava ser algo que conecte o tema ao tempo, à aceleração, à cultura da performance e a todos os temas que venho discutindo aqui neste espaço.
Juca KfouriInglaterra troca goleada por dignidade
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PVCInglaterra faz sua melhor campanha em 60 anos
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Yara FantoniO 3º lugar que ninguém queria. Até a bola rolar
O 3º lugar que ninguém queria. Até a bola rolar
Mauro CezarFutebol é avacalhado como cultura faz tempo nos EUA
Futebol é avacalhado como cultura faz tempo nos EUA
Sempre gostei muito de futebol, mas fui me desengajando ao longo da vida. Recentemente, tenho acompanhado o possível do meu time, dos campeonatos nacionais. Mas Copa é diferente.
Eu começo desanimada e quando vejo, já estou combinando de encontrar os amigos, juntar todo mundo pra torcer, engajando meus filhos na disputa, colecionando álbum de figurinhas. O clima da Copa vai tomando conta e desperta um gosto pela coisa, que parece ressurgir, porque está impresso no corpo como memória afetiva.
Infinidade de sensações
Pois eu fiquei pensando qual seria o assunto desta desejada coluna sobre a Copa. O torneio acontece de quatro em quatro anos. Abordaria essa temporalidade? Esta grande espera? Esta expectativa? Não. Não foi isso que me mobilizou.
Falaria da duração dos jogos?........
