O cálculo eleitoral da guerra no Irã para Trump
O cálculo eleitoral da guerra no Irã para Trump
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"Pode ir na ONU, pode ir na Liga da Justiça, no raio que o parta, que eu não tô nem aí." Essa frase foi dita pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em 2024, em resposta a críticas à atuação da polícia militar na Baixada Santista. E não, você não está na newsletter errada, vamos falar dos Estados Unidos.
É que essa frase de Tarcísio me vem à mente toda vez que alguém me pergunta (quase todo dia) quem poderia moderar ou conter o atual presidente dos EUA, Donald Trump.
A pergunta veio com força nos últimos dias, depois que o líder da Casa Branca lançou uma ofensiva militar contra o Irã, no dia 28. Na prática, em menos de dois meses, ele decapitou dois governos estrangeiros (embora troca de regime, até agora, não tenha se concretizado em nenhum caso). Um retrospecto impressionante.
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Trump, ele mesmo, disse ao jornal "The New York Times" que "somente minha moralidade, minha própria mente" pode limitar seu poder global.
Houve quem imaginasse que o Judiciário dos EUA faria esse trabalho. E em que pese a derrubada das tarifas pela Suprema Corte, uma derrota considerável pra política econômica........
