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Fittipaldi conta como ajuda a Cadillac a estrear no grid da F1 sem carro na pista

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09.01.2026

"Eu vou falar que sim", diz Pietro Fittipaldi quando perguntado pelo UOL se dá para dizer que o primeiro carro da Cadillac na F1 vai ter um toque brasileiro. Depois, o piloto de desenvolvimento dos norte-americanos pensa mais um pouco, e ri. "Só se estiver bom, né? Aí eu vou falar que foi tudo que eu falei no simulador que melhorou esse carro."

Brincadeiras à parte, sim, a entrada da Cadillac como equipe na Fórmula 1 é um desafio gigantesco, sob qualquer ótica que você olhe. E o papel de Pietro Fittipaldi é importante dentro desse quebra-cabeça que a equipe tem que montar para colocar o carro no grid no GP da Austrália no início de março: com sua experiência de seis anos como piloto de testes e reserva da Haas, a última equipe a estrear na F1 antes da Cadillac e sendo reconhecido por seu trabalho em simuladores e feedback técnico, ele tem trabalhado desde março de 2025 no desenvolvimento do carro e também no próprio treinamento da equipe.

Tem sido muito trabalho, mas muito bacana de fazer parte de um programa que tá começando do zero. A gente até consegue dar feedback em coisas, por exemplo, o volante: onde a gente quer os botões, se a borboleta para mudar de marcha está muito alta, e também o feeling dos pedais, o espaço no cockpit. É diferente do trabalho com a Haas, onde já havia uma base.
Pietro Fittipaldi ao UOL

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