Por que a Klabin está vendendo mais papel, mas lucrando menos em 2026
Por que a Klabin está vendendo mais papel, mas lucrando menos em 2026
A Klabin começou 2026 vendendo mais celulose, papéis e embalagens, em um sinal de demanda duradoura por produtos ligados ao consumo básico, como alimentos, higiene, limpeza e frutas. Mas os números do trimestre, que foram divulgados hoje, mostraram também o lado contraintuitivo de uma companhia exportadora: quando o real se valoriza, vender mais nem sempre significa ganhar mais.
A companhia registrou receita líquida de R$ 4,9 bilhões no primeiro trimestre, alta de 2% em relação ao mesmo período do ano passado. O volume total de vendas, excluindo madeira, cresceu 12%, para 1,016 milhão de toneladas. A expansão apareceu em todos os negócios da empresa: celulose, papéis e embalagens.
O avanço, porém, não impediu uma piora no resultado. O Ebitda ajustado caiu 10%, para R$ 1,7 bilhão, e a margem recuou de 38% para 34%. A Klabin atribuiu a pressão principalmente à valorização do real frente ao dólar e à parada programada de manutenção da fábrica de Monte Alegre, que produz papel-cartão. A parada durou 14 dias e teve custo direto de R$ 124 milhões.
Josias de SouzaFamília Bolsonaro quer continuar 100%........
