Para empresas no Golfo, guerra trouxe outro pesadelo: o preço dos seguros
Para empresas no Golfo, guerra trouxe outro pesadelo: o preço dos seguros
O custo para proteger ativos contra prejuízos causados por mísseis e drones no Oriente Médio disparou desde o início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, mesmo para firmas que não integram a indústria de petróleo e gás nos países do Golfo.
Hotéis de luxo, infraestrutura digital e grandes projetos imobiliários passaram a lidar com a disparada, que pode chegar a 1900%, dos preços dos seguros que incluem danos causados por guerra e terrorismo.
É um mercado especializado que existe porque apólices tradicionais - que remuneram pela ocorrência de roubos e sinistros como incêndios e acidentes - não cobrem conflito armado e terrorismo.
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Antes dos bombardeios ao Irã e as retaliações contra países vizinhos, uma apólice que incluía guerra e terrorismo para de US$ 100 milhões (R$ 516 milhões) custava US$ 250 mil por ano (R$ 1,28 milhão) agora sai por cerca de US$ 5 milhões (R$ 25,8 milhões), segundo Joe Peiser, CEO de Risk Capital da Aon, em entrevista ao site americano Semafor (aqui a íntegra em inglês).
Episódios recentes ajudam a explicar por que os preços dispararam. Ataques de drones iranianos contra dois data-centers da Amazon Web Services, nos Emirados Árabes Unidos, logo nos primeiros dias da guerra, além de danos causados por destroços de míssil a um hotel Fairmount, em Dubai.
Em comunicado, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que instalações no Oriente Médio de 18 companhias americanas, entre elas Microsoft, Google e JPMorgan, seriam consideradas "alvos legítimos".
Não se trata apenas de aumento do risco, mas também diminuição do escopo desse segmento especial de seguro. Segundo Peiser ai Semafor, antes do conflito, desenvolvedores de data centers conseguiam comprar até US$ 3 bilhões em cobertura para uma única propriedade; agora, o limite caiu para algo em torno de US$ 100 milhões.
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