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Seleção troca 'joga bonito' por 'joga sinistro' em evento misterioso

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Seleção troca 'joga bonito' por 'joga sinistro' em evento misterioso

A Nike resolveu tratar o lançamento do novo uniforme azul da seleção brasileira como se fosse roteiro de filme de suspense. O mistério começou antes mesmo de qualquer camisa aparecer. Jornalistas, influenciadores e artistas convidados receberam apenas um ponto de encontro. Dali, todos embarcaram em vans rumo a um destino secreto na zona sul.

Ao chegar ao clube escolhido para a apresentação, o suspense continuou. O espaço tinha três ambientes diferentes e, logo na entrada, uma contagem regressiva ocupava as telas com um pássaro preto gigantesco com olhos piscando em vermelho. Quando o cronômetro zerou, veio o vídeo que explicava a proposta estética da nova fase. O tradicional canário da seleção se transformava justamente em um pássaro preto de olho vermelho. A ideia foi trocar o "joga bonito", expressão amplamente por fãs do futebol desde seu lançamento em 2006, por algo que a marca chamou de "joga sinistro".

O motivo de tudo era o lançamento do uniforme número 2 da seleção, que fará sua estreia ainda neste mês em um amistoso contra a França nos Estados Unidos. Além da camisa, a coleção incluiu diversas peças casuais, todas trazendo o azul. Outro detalhe chamou atenção: o tradicional símbolo da Nike deu lugar ao logotipo da Jordan Brand, a marca ligada ao ex-astro da NBA. A comparação entre o legado de Michael Jordan e o de jogadores e jogadoras da seleção brasileira apareceu em fotos como pano de fundo enquanto executivos das marcas discursavam.

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O evento também trouxe espetáculo, tudo sob olhar atento do presidente da CBF, Samir Xaud, que sentava na primeira fileira. Dançarinos tomaram conta do palco em apresentações que misturavam referências ao que os organizadores chamaram de "grandeza" e "brasilidades". No meio do show, duas participações relâmpago arrancaram celulares do bolso de todo mundo: Ronaldinho Gaúcho apareceu ao lado da cantora Ludmilla e do rapper Veigh. Foram entradas rápidas, mas que levaram aplausos especialmente dos estrangeiros e celebridades.

O assunto que foi tratado como tabu não era o azul, mas o vermelho que estava nos olhos do canário. CBF e Nike não quiseram falar oficialmente sobre a possibilidade de a camisa ser vermelha, apesar de nos bastidores cartolas da federação admitirem que esse era o plano original.

Depois das apresentações, o evento terminou em balada. Foram dois tempos diferentes, com uma música ambiente e exposição de peças históricas da marca, para depois um show comandado pro DJs e uma apresentação de Sheck Wes, que jurou amor ao futebol brasileiro e ao amigo Vinicius Júnior.

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