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Apple pós-Tim Cook depende mais de parceiros para desenvolver IA

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31.08.2026

Apple pós-Tim Cook depende mais de parceiros para desenvolver IA

John Ternus assume como CEO da Apple neste dia 1º de setembro de 2026, aos 50 anos e depois de 25 anos na empresa. Tim Cook passa a presidente executivo do conselho no ano em que a Apple completa cinco décadas. Cook deixa a gestão diária de uma companhia avaliada em mais de US$ 5 trilhões e capaz de extrair receita de bilhões de aparelhos, serviços, lojas e pagamentos.

Depois de liderar a engenharia de hardware, Ternus recebe uma Apple que depende de parceiros em funções cada vez mais próximas do produto. A integração entre aparelho, chip e sistema continua valiosa, mas agora exige uma rede maior de fornecedores.

Como presidente executivo, Cook poderá facilitar relações políticas durante a regionalização da IA. Sua permanência também exigirá uma fronteira clara de responsabilidade entre o presidente executivo e o novo CEO nas decisões que combinam produto, regulação e geopolítica.

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A Apple mantém o sistema operacional (iOS), a interface, as permissões, o acesso autorizado aos dados pessoais, a loja e a troca do equipamento. Google e Nvidia participam da operação de seu modelo de inteligência artificial mais potente. Alibaba e Baidu entram na versão chinesa da Apple Intelligence. A Klarna cuida do crédito e dos contratos do novo programa de leasing de aparelhos.

Essa divisão reduz o investimento direto e acelera a entrada em mercados diferentes, mas obriga a Apple a responder por uma experiência produzida em parte por outras empresas e por regras que controla apenas parcialmente. Caixa, distribuição e relação direta com o consumidor sustentam essa estratégia. Em inteligência artificial, porém, a companhia recorre a terceiros para fornecer capacidade técnica, operação financeira, adequação local e recursos que ainda não desenvolveu tão bem ou decidiu não construir sozinha.

A Apple estaria treinando um grande modelo de linguagem específico para a China com apoio da Alibaba. A empresa pretende lançar a Apple Intelligence no país nos próximos meses, após concluir a adaptação da suíte às regras chinesas.

Em julho, o serviço foi registrado no órgão regulador chinês com a previsão de incorporar o Qwen, da Alibaba, aos sistemas do iPhone, iPad, Mac e........

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