Não, antissemitas, Israel não reconheceu 70 mil mortos em Gaza
Na semana passada, os veículos e agências de notícias CNN International, BBC, Reuters e Haaretz publicaram manchetes chocantes. O tom era o mesmo: Israel teria "reconhecido" os números de mortos em Gaza divulgado pelo Hamas e seus porta-vozes. Seria a confissão de um massacre. A prova de que os inimigos de Israel estavam certos o tempo todo.
Só que não foi nada disso que aconteceu.
A origem da história foi um comentário anônimo vazado para jornalistas israelenses que trabalham em veículos de oposição ao governo Netanyahu. Não foi uma declaração oficial, como trombeteado pela imprensa alegadamente profissional.
Juca Kfouri
Pênalti mandrake livra o Fla da quarta derrota
Julio Gomes
Paquetá e Flamengo voltam a decepcionar
Josias de Souza
Pesquisa sinaliza desejo de mudança do eleitorado
Sakamoto
É ano eleitoral e o fim da escala 6x1 vem aí
Não temos sequer como saber se essa declaração realmente existiu. Uma fonte anônima, não identificada, dizendo algo que a imprensa queria ouvir para atacar Israel, reproduzida sem filtro, sem checagem, sem vergonha.
O tenente-coronel Nadav Shoshani, porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF), publicou um desmentido categórico na rede social X em menos de 24 horas. O "reconhecimento" era uma fake news absurda e injustificável, com claro objetivo difamatório.
Bastava uma consulta aos canais oficiais de Israel antes de publicar a mentira. E não há como culpar estagiário.
Veículos como a CNN Internacional, a BBC, a Reuters e o Haaretz preferiram publicar alegremente a história. E, ao fazer isso, pautaram toda a imprensa mundial com uma peça de propaganda terrorista facilmente verificável. Confiar cegamente na palavra de veículos como Haaretz sobre Israel é como tentar entender o Brasil lendo o site do PCO.
O assunto é muito sério, envolve uma guerra. Milhares de vidas estão em jogo. Publicar informação não verificada, baseada em fonte anônima, em um conflito urbano onde a desinformação é arma de combate, não é erro jornalístico. É irresponsabilidade deliberada, alinhada com uma agenda.
E qual agenda? A mesma que transforma terroristas em "militantes", que chama ataques suicidas de "resistência", que repete sem questionar os talking points da Irmandade Muçulmana e dos inimigos declarados do povo judeu. Uma agenda que busca........
