Lula opta pela China e esnoba vitrine global de Davos
O mundo livre se reuniu no Fórum Econômico Mundial esta semana. EUA, UE, Reino Unido, França, Alemanha e Canadá mandaram seus principais líderes. Israel enviou seu presidente, assim como Argentina e Ucrânia.
No total, mais de sessenta líderes e chefes de estado, além de representantes de 130 países, marcaram presença no evento geopolítico e econômico mais importante do ano. Os líderes de China, Brasil e Índia preferiram mandar ministros e técnicos. A Rússia, nem isso.
A China, mesmo sem seu líder máximo, marcou presença com o vice-primeiro-ministro He Lifeng. A Índia enviou seis ministros da União, seis ministros-chefes de estados e 15 representantes estaduais. O Brasil enviou Esther Dweck, ministra de Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
Sakamoto
Nikolas reúne 18 mil, mas é ofuscado por raio
Juca Kfouri
Atlético-MG vira e acaba com a festa do Cruzeiro
Casagrande
Brazão salva, mas Santos se complica no Paulistão
Wálter Maierovitch
A ética ambígua de Fachin na defesa de Toffoli
Lula, um terceiro-mundista incorrigível, ainda promoveu na quinta um contato telefônico com Xi Jinping. No dia seguinte, tirou a necessidade de visto para chineses no Brasil. Uma república de bananas dando uma banana para o mais relevante fórum do planeta.
O Brasil tem uma longa tradição de malcriações e provocações inconsequentes em relação aos EUA, não é de hoje.
Em 1931, pouco depois de assumir o........
