menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

Palhaçada à portuguesa

19 0
19.09.2026

A conversa versava sobre a fatalidade de Portugal não sair da cepa torta, se comparado com países europeus, nomeadamente os nórdicos, quando entrou na possibilidade de, no futuro, entrarem novos atores políticos que consigam mudar o rumo deste triste país, que tem tudo para ser feliz, mas que insiste em ser injusto. Falou-se em alguns nomes, de diferentes partidos, e à mesa logo se fizeram cenários. Aquele tem muito potencial, é inteligente, esperto, conhece bem o aparelho do partido, tem experiência profissional no privado, mas falta-lhe algo fundamental, dizia um dos presentes. Perante a interrogação dos restantes, lá respondeu: ‘Não tem cargos, nem dinheiro para oferecer’ – dando exemplos de quem continua a ‘comandar’ o aparelho nos bastidores, precisamente por ter cargos para oferecer aos seus ‘lacaios’.

Pelo meio, já que as conversas são mais animadas quando diferentes assuntos se sobrepõem, alguém falava, e ria, da audição regimental a Luís Neves que ficou sobrelotada devido ao excesso de assessores, 11 no caso, segundo o DN. Alguém aproveitou a deixa para falar de assessores, deste e de outros governos. E aqui tenho de dizer que sou amigo de vários, de anteriores governos e do atual, mas isso não é para aqui chamado. Alguém........

© SOL