Voto democrático é de braço no ar?
«Todos, todos, todos». A frase com que o Papa Francisco eternizou as Jornadas da Juventude em Lisboa podia bem ser adaptada a slogan de campanha de António José Seguro. Só neste fim de semana passado, houve o Manifesto dos 250 ‘não socialistas’ a apelar ao voto no candidato do PS, mais uma ‘prancha’ do grão-mestre do Grande Oriente Lusitano exortando os maçons a irem às urnas em defesa dos «valores da democracia, do estado de Direito e do humanismo» e ainda um outro manifesto, de católicos, professando que «a fé não é um adereço de campanha, é caminho de vida, tecido de coerência, verdade e serviço» e promovendo a mobilização ao redor da candidatura do antigo secretário-geral socialista.
Se Fernando Cabecinha tornou pública, em comunicado, a sua mensagem aos maçons, transformando-a em posição institucional da maçonaria – ou melhor, da obediência que lidera –, e se os católicos abriram o seu manifesto à livre subscrição na internet, o documento dos 250 ‘não socialistas’ juntou reconhecidos nomes da vida política, empresarial, social, cultural...
Nesse mesmo fim de semana e nos dias........
