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A revolução dos clubes noturnos

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05.02.2026

A experiência noturna encontra-se num momento de profunda revolução. Acho que não preciso de o dizer. Todos nós que sempre gostámos de sair à noite, de beber um copo, dançar e de nos divertirmos já não o conseguimos fazer da mesma forma ou com o mesmo prazer, segundo os padrões a que nos habituámos. Parece que andamos sempre à procura de algo que já não existe e chegamos sempre a casa com a sensação de que perdemos o nosso precioso tempo. Por vários motivos que se complementam. Talvez a forma como vemos a noite esteja desatualizada, a oferta também mudou e por isso também os nossos hábitos se adaptam. As pessoas encontram-se através de aplicações de encontros e de redes sociais, ultrapassando muitas vezes a fase do que antigamente chamávamos “engate” ou, de uma forma mais suave, a sedução própria de trocas de olhares não programadas, do toque e até daquela saudável loucura que a própria pista de dança nos traz, a capacidade de sermos nós próprios sem grandes julgamentos e uma oportunidade quase única de não sermos olhados pelo nosso estatuto ou condição social.

Por tudo isto e também porque com as operações stop e a nossa evolução em relação ao que........

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