'Muera la inteligencia! ¡Viva la muerte!'
Os dias que vivemos são perigosos. Não se trata de uma perceção: o perigo, mesmo quando indefinido, mostra-se, realmente, sem disfarces nem preocupações de se ocultar.
Vemo-lo exibir-se, triunfante, em cada discurso do presidente da maior potência mundial.
Deixa-se fotografar ou filmar através das câmaras que captam, frias, o sofrimento irreprimível e devastador das crianças, das mulheres e dos homens que percorrem, desesperados, as ruínas do que foram as suas casas, bombardeadas impunemente pelos que o podem fazer com a segurança de não sofrerem retaliações à altura do mal que fizeram.
As instituições internacionais que, na sequência da II Grande Guerra, foram instituídas para evitar que o pesadelo da guerra e as suas sequelas acontecessem e alastrassem de novo a todo o mundo revelam-se, hoje, impotentes, sem que, em rigor, entendamos........
