A corrupção política e a Conferência de Doha
A corrupção fundamenta-se num conjunto de regras universalmente estimadas que delimitam o que constitui a afetação adequada de recursos organizacionais.
As abordagens baseadas em regras para o combate à corrupção são aplicáveis em situações em que organizações empresariais, como parcerias público-privadas (PPP’s), e o sector público discordam fundamentalmente sobre o que constitui uma pretensão adequada de recursos escassos.
A disputa pela divisão dos usufrutos financeiros desta peleja suja e longe dos holofotes do indivíduo comum é propagandeada, de forma discricionária, por via da Comunicação Social.
A corrupção política compreende uma vasta gama de comportamentos criminosos praticados por funcionários governamentais eleitos e nomeados, incluindo suborno, extorsão, peculato, propinas ilegais, tráfico de influência, fraude eleitoral e conflitos de interesse.
A corrupção engana qualquer Estado de Direito. É uma burla social com origem sobretudo política, envolvendo, de uma forma desafogada, grupos de pressão, organizações políticas, carteis, empresas, instituições multinacionais e interesses sombrios não visíveis e não entendidas pelo cidadão comum. Os casos são tantos por todo o mundo que se sobrepõem, desde há muito, ao Estado de Direito.
Vivemos desde há épocas numa sociedade, facilmente........
