Lula, Acadêmicos de Niterói e as flores em vida na Apoteose do Samba
Acadêmicos de Niterói homenageou Lula com enredo na abertura dos desfiles do grupo especial do Rio, celebrando seus 80 anos e trajetória.
A homenagem a Lula gerou reações diversas, com críticas e apoio, e foi comparada a outras homenagens a políticos em carnavais passados.
A escola de samba destacou a importância da homenagem em vida e a resistência do samba como expressão da cultura e história do povo marginalizado.
Acadêmicos de Niterói foi rebaixada após o desfile, o que foi interpretado como uma tentativa de silenciar o samba e a periferia.
Em 1985, Carlinhos Vergueiro, Cristina Buarque e Mauro Duarte juntaram um seleto grupo de sambistas para gravar Flores em Vida, disco em homenagem à obra transcendental de Nelson Antônio da Silva, o Nelson Cavaquinho, que se despediria dessa existência em 18 de fevereiro de 1986, em uma triste Quarta-Feira de Cinzas no Morro da Mangueira, que vencera o Carnaval daquele ano com enredo em homenagem a outro grande nome da música, Dorival Caymmi.
Paulinho da Viola à canção Quando eu Me Chamar Saudade, de onde foi extraído o verso que deu nome ao disco. Nela, o sambista mangueirense fala da importância de se homenagear as pessoas quando ainda estão nesse plano.
“Me dê as flores em vida / O carinho, a mão amiga / Para aliviar meus ais / Depois que eu me chamar saudade / Não preciso de vaidade / Quero preces e nada mais”, dizem os versos. googletag.cmd.push(function() {googletag.display('entreparrafos3');});
“Me dê as flores em vida / O carinho, a mão amiga / Para aliviar meus ais /........
