menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

Sem medo de ser feliz: Lula enfrenta onda neofascista ultraliberal em seu último confronto

16 0
02.10.2026

Em vídeo divulgado nas redes sociais na reta final da campanha, Lula faz um breve resumo da sua trajetória desde menino, retirante nordestino, até o Palácio do Planalto. E diz ter “perdido a conta das vezes que eu perdi”.

“Eu perdi a conta das vezes que eu perdi. Perdi a infância pra seca. Perdi a chance de estudar. Perdi um dedo na máquina. Perdi um filho antes de nascer. Perdi a eleição. Uma, duas, três. Perdi a liberdade pra uma injustiça. Perdi um neto. Perdi um irmão. E perdi a chance de me despedir dele”, conta.

Prestes a completar 81 anos, no próximo dia 27, Lula entra para aquela que será a sua sétima disputa ao Planalto, que pode levá-lo ao quarto mandato como Presidente da República – “como nunca antes na História do Brasil.” E entende, quiçá mais que todos os brasileiros, que desta vez não pode perder.

Quando criança, o menino Luiz Inácio enfrentou a fome. E deixou Garanhuns, em Pernambuco, no pau de arara com a mãe Dona Lindu. Enfrentou o abandono e a violência do pai. Enfrentou o analfabetismo e formou-se torneiro mecânico, conquistando o primeiro diploma da família.

Eleito presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo em 1975, que o levaria a se tornar a voz dos trabalhadores no Brasil já no início dos anos 1980 quando fundou o PT, Lula enfrentou lutas que pareciam impossíveis.

Como sindicalista........

© Revista Fórum