Sem medo de ser feliz: Lula enfrenta onda neofascista ultraliberal em seu último confronto
Em vídeo divulgado nas redes sociais na reta final da campanha, Lula faz um breve resumo da sua trajetória desde menino, retirante nordestino, até o Palácio do Planalto. E diz ter “perdido a conta das vezes que eu perdi”.
“Eu perdi a conta das vezes que eu perdi. Perdi a infância pra seca. Perdi a chance de estudar. Perdi um dedo na máquina. Perdi um filho antes de nascer. Perdi a eleição. Uma, duas, três. Perdi a liberdade pra uma injustiça. Perdi um neto. Perdi um irmão. E perdi a chance de me despedir dele”, conta.
Prestes a completar 81 anos, no próximo dia 27, Lula entra para aquela que será a sua sétima disputa ao Planalto, que pode levá-lo ao quarto mandato como Presidente da República – “como nunca antes na História do Brasil.” E entende, quiçá mais que todos os brasileiros, que desta vez não pode perder.
Quando criança, o menino Luiz Inácio enfrentou a fome. E deixou Garanhuns, em Pernambuco, no pau de arara com a mãe Dona Lindu. Enfrentou o abandono e a violência do pai. Enfrentou o analfabetismo e formou-se torneiro mecânico, conquistando o primeiro diploma da família.
Eleito presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo em 1975, que o levaria a se tornar a voz dos trabalhadores no Brasil já no início dos anos 1980 quando fundou o PT, Lula enfrentou lutas que pareciam impossíveis.
Como sindicalista........
