Agradecer aos que caíram e se levantaram
Confirma-se o óbvio: não temos um país preparado para um clima (que era) raro.
Não somos os únicos. Aqui ao lado, a tragédia de Valência em 2024 e outras de gravidade variável por essa Europa fora, colocam em evidência fragilidades estruturais semelhantes às nossas.
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Tempestades com ventos e chuvas acima da média, seguidas de severas inundações deixaram Portugal atónito pela violência das consequências.
As mudanças a introduzir, os planeamentos a fazer, a cultura a transformar devem reconhecer o contexto trazido pelas variações climáticas, agravadas, frequentemente, pela imprevisibilidade humana.
Sem uma visão diferente, os erros de ontem serão mais graves amanhã. Não basta pôr um penso rápido numa infeção vasta e profunda.
Os especialistas saberão como fazer. E os responsáveis políticos - no Governo, na administração central e na administração local – perceberão que é preciso ver mais longe e fundo.
De resto, um país pequeno com meios limitados está obrigado a não desperdiçar os que tem. Nem pode desperdiçar capacidades e........
