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O carregador de pianos e a tecla desafinada na arquitetura corporativa

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02.07.2026

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Os colegas diziam que ele era um domador de touros bravos. Segurava rojões que nenhum deles se arriscaria a tentar. Assim que resolvia um problema complexo, já encarava outro ainda mais intrincado.

Tanto que, na empresa onde trabalhava, passou a ser a resposta automática para situações difíceis. Era quem assumia, e resolvia, o que ninguém queria: crises recorrentes, projetos mal definidos, prazos inviáveis.

Conheci esse executivo em um momento de inflexão na sua carreira. Com ele, sempre foi “missão dada, missão cumprida”. Ainda assim, estava há........

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